sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os benefícios da lactação



A Semana Mundial do Aleitamento Materno celebrada em mais de 120 países (de 1º a 7 de agosto), trouxe, neste ano o tema  “Amamentação: Uma chave para o desenvolvimento Sustentável”, com o objetivo de levar a uma reflexão mais ampla a respeito dos benefícios da lactação. A coordenadora de Atenção à Saúde da Mulher, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Ana Paula Mendes Carvalho apresenta aqui as principais dúvidas sobre o assunto.

1) Quais os principais benefícios oferecidos pelo aleitamento materno?
O leite materno constitui um alimento completo para a criança de zero a seis meses de idade e um alimento complementar ideal até os dois anos de idade ou mais, pois é rico em nutrientes, gordura, proteína, fatores imunológicos e água. Assim, o aleitamento materno pode evitar mortes infantis por causas preveníveis e o acometimento da saúde da criança por diarreias e infecções respiratórias, por exemplo. Além disso, reduz o risco de alergias, hipertensão, diabetes e obesidade; melhora a nutrição infantil e contribui para o desenvolvimento da cavidade oral, dentição, fala e respiração. A amamentação também promove o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho, a redução da pobreza e contribui para a preservação do meio ambiente.
2) Existe uma posição correta para a mãe amamentar?
Para o sucesso da amamentação é necessário que a mulher esteja em ambiente seguro, tranquilo e confortável. Ela pode amamentar na posição em que se sentir melhor, prezando pela sua segurança e do bebê.
3) Quais são os principais desafios que a mãe pode enfrentar ao amamentar?
Alguns dos principais desafios que a lactante pode enfrentar são: rachaduras nos mamilos, ingurgitamento mamário (excesso de leite nas mamas), bebê com sucção fraca ou lenta, dificuldades na pega e posicionamento do bebê, falta de apoio dos familiares e demora na apojadura (descida do leite).
4) O que leva à fissura dos mamilos?
Geralmente, a fissura dos mamilos é ocasionada pela pega da região areolar incorreta e/ou posicionamento inadequado da criança. Porém, outras causas podem estar relacionadas como disfunções orais na criança, freio da língua excessivamente curto, sucção não nutritiva prolongada, uso impróprio de bombas de extração de leite, não interrupção adequada da sucção da criança quando for necessário, uso de cremes e óleos que causam reações alérgicas nos mamilos, uso de protetores de mamilo (intermediários) e exposição prolongada a forros úmidos. Não é recomendado o uso de bicos e chupetas, pois podem prejudicar a sucção e pega adequada do mamilo, podendo ocasionar o aparecimento de fissuras/traumas mamilares.
5) Quais as orientações no cuidado dos mamilos com rachaduras?
§  Amamentar em local tranquilo, seguro e confortável;
§  Manter a região areolomamilar seca expondo-a ao ar livre ou à luz solar, além de realizar trocas frequentes dos forros utilizados nos casos de produção excessiva de leite;
§  Não utilizar produtos que retirem a proteção natural do mamilo, como sabões, álcool ou qualquer produto secante;
§  Amamentação em livre demanda;
§  Extração manual do leite para alívio da região areolar antes da mamada se amama estiver ingurgitada;
§  Caso seja preciso interromper a mamada, introduzir o dedo indicador ou mínimo pelo canto da boca do bebê, de maneira que a sucção seja interrompida antes de a criança ser retirada do seio;
§  Não utilizar protetores/intermediários de mamilo.
6) É possível que algumas mães produzam leite mais fraco?
Apesar de a alimentação das mulheres serem diferentes, o leite materno apresenta composição semelhante. Apenas as mulheres com desnutrição grave podem ter o seu leite afetado na sua qualidade e quantidade. Muitas mulheres tendem a confundir o aspecto do leite com a qualidade. O leite do início da mamada tende a ser mais claro devido a sua grande quantidade de água. Apesar disso, esse leite é de suma importância, pois confere ao bebê uma hidratação adequada. Já o leite do final da mamada (posterior), é mais rico em energia (calorias) e sacia melhor a criança, daí a importância de a criança esvaziar bem a mama.
7) O leite materno pode ser congelado?
O leite materno pode permanecer no congelador ou freezer armazenado em frascos limpos de vidro, com tampas de plástico por até 15 dias. Um dos momentos em que o congelamento do leite materno pode ser útil para a manutenção do aleitamento materno é o retorno da mãe ao trabalho.
8) O estresse atrapalha a produção de leite materno?
Os fatores psicológicos da mãe, como ansiedade, medo, insegurança e estresse, interferem diretamente na amamentação. Estes fatores podem inibir a liberação da ocitocina e prolactina, hormônios responsáveis pela lactação.
9) Silicone pode atrapalhar a amamentação?
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, se a técnica cirúrgica do implante de silicone não cortar a inervação nem mexer no mamilo, a amamentação poderá permanecer preservada.
10) É preciso revezar entre um seio e outro durante a amamentação?
O esvaziamento das mamas é importante para o ganho adequado de peso do bebê e para que haja manutenção adequada da produção de leite. Sendo assim, é importante que a mãe reveze o seio a cada mamada, permitindo o esvaziamento.
11) Como o parceiro (a) pode colaborar durante o período de amamentação?
A prática da amamentação é fortemente influenciada pelo meio onde a mãe está inserida. Sendo assim, a mãe necessita de constante incentivo e suporte da sua família e da comunidade. Outra forma de colaboração do companheiro (a) e de toda a família é não levar para casa produtos que prejudicam a amamentação, como latas de leite, mamadeiras e chupetas.
12) Existem pré-requisitos para doação de leite materno?
Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano. Basta ser saudável e não tomar medicamento que interfira na amamentação e na doação. Maiores orientações e informações podem ser fornecidas nos Postos de Coleta de Leite Humano e Bancos de Leite Humano.



Extraindo o leite
Veja o passo a passo:
1) use um frasco de vidro incolor com tampa plástica, lave-o com água e sabão e depois ferva a tampa e o frasco por 20 minutos. Escorra o vidro e a tampa sobre um pano limpo até secar. Feche bem o frasco;
2) identifique o frasco com a data e a hora da coleta;
3) retire anéis, pulseira e relógios, higienize as mãos até os cotovelos, coloque uma touca ou um lenço no cabelo e amarre um lenço/tecido limpo na boca;
4) massageie o peito com a ponta de dois dedos, iniciando na região mais próxima da auréola, indo até a mais distante, apoiando o peito com a outra mão. Massagear por mais tempo as áreas mais doloridas;
5) massageie com as pontas dos dedos (polegar e indicador) acima e abaixo da auréola, comprimindo o peito contra o tórax e um dedo contra o outro (despreze os primeiros jatos e guarde o restante no frasco);
6) evite o uso de bombinhas para extração do leite, pois aumenta o risco de fissuras na mama;
7) o prazo de validade do leite é de até 12h se guardado na geladeira e de 15 dias no freezer ou congelador;
8) ao oferecer o leite para o bebê, retire o frasco do freezer e descongele, de preferência, na geladeira (caso ele seja descongelado, não poderá ser congelado novamente);

9) morne o leite em falso banho-maria (água quente em fogo desligado) agitando o vidro levemente para misturar os seus componentes e despreze o que sobrar (não deve ser fervido ou aquecido em micro-ondas).


terça-feira, 23 de agosto de 2016

CARTA COMPROMISSO COM A SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DIRIGIDA AOS CANDIDATOS/AS A PREFEITO








Nós, Conselheiras e Conselheiros integrantes do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (CONSEA-MG), nos dirigimos às Senhoras e Senhores Candidatos aos cargos eletivos de prefeitos nos municípios mineiros para buscar o seu compromisso com a realização do direito humano à alimentação adequada e saudável nas suas propostas de planos de governo.
A segurança alimentar e nutricional, como direito humano fundamental está estabelecida no artigo 6º, caput, na Constituição Federal de 1988 e em conformidade com as leis orgânicas de SAN n 11.346/06 que instituiu o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).
Neste Sistema, a adesão dos municípios é fundamental para que planos, programas e ações voltadas à soberania e segurança alimentar e nutricional da população sejam fortalecidas e consolidadas, articulada com os entes federados. Afinal, é no município que o sujeito mora e acessa as políticas públicas. 
Ao incorporar a segurança alimentar e nutricional no seu plano de governo, o candidato estará contribuindo para o combate às desigualdades sociais e para a garantia do acesso à alimentação em qualidade e quantidade nutricionalmente adequada a toda a população, especialmente aos cidadãos em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
Desta forma, solicitamos o seu compromisso com:
1.     Criar e/ou fortalecer mecanismos e instrumentos participativos entre governo e sociedade civil que promovam a política municipal de segurança alimentar e nutricional, conforme previsto nas leis 11.346/06 e 15.982/06.
2.     Elaborar o Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional com o objetivo de integrar e articular as ações que promovem o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), como as compras institucionais da agricultura familiar, a alimentação escolar, programas de transferência de renda, de economia popular e solidária, de apoio à agroecologia e agroindústria familiar, entre outras.
3.     Aderir ao SISAN por meio do pacto interfederativo pela garantia do DHHA em seu município.
4.     Aderir ao Pacto Nacional pela Alimentação Saudável, contribuindo para a promoção da saúde da população, combatendo a obesidade e as doenças provenientes de uma alimentação inadequada.
5.     Promover um amplo diagnóstico da insegurança alimentar no município, estabelecendo prioridades de ações com previsão de recursos financeiros e gestão para o monitoramento das ações de SAN.

Belo Horizonte, 29 de julho de 2016.

DIA DO NUTRICIONISTA


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Campanha permanente contra o uso de agrotóxicos pede a participação da população para banir Projeto de Lei dos Venenos


PL do Veneno: o lucro vem antes da saúde e do meio ambiente


por Eduardo Sá, da ANA
Em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto de Lei nº 6299/2002, de autoria do atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, um dos ícones do agronegócio brasileiro também conhecido como o rei da soja, é fonte de preocupação para organizações ambientais e movimentos sociais. Com sua aprovação serão facilitadas ainda mais a comercialização, utilização, armazenamento, transporte, dentre outros mecanismos que a nossa atual lei de agrotóxicos prevê.

De acordo com Fernando Prioste, advogado popular e assessor jurídico da Terra de Direitos, é necessário lutar para que o interesse por lucro das grandes empresas transnacionais produtoras de transgênicos e agrotóxicos não se sobreponha ao direito de produzir e se alimentar sem transgênicos e agrotóxicos. Na entrevista a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), ele fala sobre o projeto de lei e aponta alguns retrocessos possíveis com sua aprovação.

Prioste é integrante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida e mestrando em direito socioambiental e sustentabilidade pela PUC/PR. Também coautor do livro “Empresas transnacionais no banco dos réus: violações de direitos humanos e possibilidades de responsabilização” e “coorganizador do livro “Direito constitucional quilombola: análises sobre a ação direta de inconstitucionalidade nº 3239”
Quais os principais aspectos por trás dessas propostas de mudança na lei de agrotóxicos?
As mudanças que querem fazer na atual lei dos agrotóxicos atende a interesses das empresas produtoras de transgênicos e agrotóxicos, assim como os grandes produtores de commodities agrícolas. Assim, não é por acaso que caso o PL do Veneno (Projeto de Lei nº 6299/2002) seja aprovado ocorrerão mudanças que facilitarão a utilização de agrotóxico em quantidade maior que a atual, bem como com maior potencial de causar danos ao meio ambiente e à saúde.
São muitas as mudanças propostas pelo PL do Veneno, mas podemos destacar três principais alterações; a) Criação da CNTFito, instituição semelhante à CTNBio e que teria a função de avaliar quais agrotóxicos seriam liberados para utilização, facilitando muito a liberação dos agrotóxicos. b) Atualmente agrotóxicos que causam graves danos à saúde (teratogênicos, carcinogênicos, mutagênicos) são totalmente proibidos. Contudo, a lei pretende que esses agrotóxicos possam ser liberados desde que não haja um “risco inaceitável” na sua utilização. Mas existe risco aceitável para agrotóxico que pode causar câncer? c) A nova lei também limita a atuação dos estados no tema, para dificultar que sejam criadas leis estaduais que restrinjam mais a utilização de agrotóxicos.
Esses são apenas alguns elementos da proposta de mudanças, que deixam explícitos que a mudança não tem objetivo de assegurar melhoras à saúde e ao meio ambiente no tema dos agrotóxicos, já que os benefícios são quase que exclusivos para as empresas que produzem agrotóxicos e para quem os utiliza no campo. Enfim, com o PL do Veneno o lucro vem antes da saúde e do meio ambiente.
A atual legislação atende adequadamente às demandas sobre o tema?
A Lei 7.802/89 é resultado de uma longa luta de movimentos sociais para regular por lei o uso de agrotóxicos no Brasil. Desde a década de 1960 utiliza-se agrotóxicos de forma massiva no Brasil, sem que houvesse uma lei especifica para tratar do tema, pois a lei federal utilizada era de 1934, quando praticamente não se utilizava, e muito pouco se conhecia sobre agrotóxicos no Brasil.
A primeira lei específica para agrotóxicos do Brasil foi aprovada no Rio Grande do Sul, em 1982, e foi fruto de muita luta de movimentos sociais populares e de militantes ambientalistas. Depois do Rio Grande do Sul vários estados passaram a regular por lei a utilização de agrotóxicos, até que em 1989 uma lei federal regulamentou o processo nacionalmente.
A atual lei de agrotóxico é fruto da luta popular, mas não é a melhor lei possível tendo como referência a necessidade de garantir a preservação do meio ambiente e o respeito à saúde humana na produção agrícola. Isso, porque desde a época da aprovação da primeira lei de agrotóxico as empresas produtoras atuaram de forma a tentar conter os avanços populares.
Atualmente o campo popular luta pela implementação do Programa Nacional de Redução do Uso de Agrotóxicos (Pronara), que contém mecanismos para realizar uma transição a um modelo de agricultura que não utilize agrotóxicos. Contudo, para implementação do Pronara é necessário que a atual lei de agrotóxicos não seja alterada.
Como os movimentos e organizações da sociedade civil estão vendo a possibilidade de criação de uma Comissão Técnica Nacional de Fitossanitários (CNTFito)?
A criação desta Comissão tem por objetivo acelerar a liberação de agrotóxicos no Brasil, retirando do IBAMA e da ANVISA a atribuição de realizar o processo de avaliação de pedidos de liberação comercial de agrotóxicos.
Essa estratégia é semelhante à utilizada no tema dos transgênicos, onde a CTNBio é o órgão responsável pela liberação comercial de transgênicos, e praticamente retira de todos os outros órgão públicos a possibilidade de monitorar e avaliar os impactos dos transgênicos que podem ser liberados para comercialização. Destaca-se que desde a criação da CTNBio nenhum transgênico foi impedido de ser liberado pela CTNBio, fato que pode acontecer com os agrotóxicos caso seja criada a CNTFito.
Assim, a criação da CNTFito tem o evidente objetivo de criar um caminho mais fácil para a liberação comercial de agrotóxicos no Brasil, facilitando o lucro das empresas e trazendo mais riscos à saúde e ao meio ambiente.
Quais as principais reivindicações e críticas dos movimentos sobre os agrotóxicos no Brasil?
Os agrotóxicos não são essenciais para a produção de alimentos no campo. Há possibilidade de desenvolver modelos de produção que viabilizem alimentos saudáveis para quem consome, e renda digna para quem produz.
Contudo, hoje o mercado está totalmente voltado para um modelo de produção que é pouco acessível à agricultura familiar tradicional, pois tem por base a utilização de grandes maquinários, agrotóxicos e sementes transgênicas. A imposição desse modelo de agricultura dificulta, quando não impede, o desenvolvimento de outras formas de produção no campo, a exemplo da agroecologia.
É necessário lutar para que o interesse por lucro das grandes empresas transnacionais produtoras de transgênicos e agrotóxicos não se sobreponha ao direito de produzir e se alimentar sem transgênicos e agrotóxicos. Essa luta é longa e o desafio é grande, pois as empresas impuseram mundialmente o seu modelo de produção agrícola. Mas, ao mesmo tempo, são milhares as agricultoras e agricultores espalhados pelo mundo e que lutam pelo estabelecimento de um outro modelo de produção e vida no campo.
Assim, a luta contra os agrotóxicos é parte de uma luta maior, pela construção de uma sociedade mais justa e digna para todos. Essa luta maior tem como um dos seus pontos de partida a luta contra os agrotóxicos, pois o alimento saudável é essencial para que todos possam ter condições saudáveis de vida.


Está em curso na Câmara Federal um projeto de lei que pode colocar ainda mais veneno na sua mesa. O Projeto de Lei dos Venenos está tramitando desde o início deste ano, e abriga sob dele diversos PLs que representam um enorme retrocesso na legislação de agrotóxicos. O pior deles atende pelo nome de PL3200, e começa por alterar o nome de Agrotóxico para Defensivos Fitossanitários, escondendo da sociedade todo o risco que estes venenos trazem para nossa saúde e o meio-ambiente. Além disso, esta mudança na lei irá facilitar o registro de novos agrotóxicos, reduzindo necessidades de estudos aprofundados sobre seus riscos.
A hora é de pressionar. Listamos aqui os nomes dos/as deputados/as que estão na Comissão Especial e seus emails. Envie uma mensagem dizendo que você não aceita nenhum retrocesso na Lei de Agrotóxicos! Sugestão de texto:
Sugestão de texto:
Título: Não queremos mais venenos!
Senhores/as Deputados/as,
Venho por meio desta manifestar-me contra qualquer alteração na Lei 7802/1989 que facilite o registro de novos agrotóxicos no Brasil. Nosso país já é o maior consumidor mundial de agrotóxicos, e os efeitos destes venenos na saúde e no meio ambiente são inaceitáveis. Precisamos de leis que favoreçam a agroecologia e permitam aumentar a produção de comida sem veneno para toda a população.
Digo NÃO ao PL do Veneno!
Atenciosamente,


Parlamentares titulares e suplentes da Comissão Especial:
* dica: copie o conteúdo da tabela e cole no campo "Para:" do seu email.
Tereza Cristina (PSB/MS)<dep.terezacristina@camara.leg.br>
Valdir Colatto (PMDB/SC)<dep.valdircolatto@camara.leg.br>
Raimundo Gomes de Matos (PSDB/CE)<dep.raimundogomesdematos@camara.leg.br>
Bohn Gass (PT/RS)<dep.bohngass@camara.leg.br>
Luiz Nishimori (PR/PR)<dep.luiznishimori@camara.leg.br>
Arnaldo Faria de Sá PTB/SP<dep.arnaldofariadesa@camara.leg.br>
César Halum PRB/TO<dep.cesarhalum@camara.leg.br>
Covatti Filho PP/RS<dep.covattifilho@camara.leg.br>
Dilceu Sperafico PP/PR<dep.dilceusperafico@camara.leg.br>
Hélio Leite DEM/PA<dep.helioleite@camara.leg.br>
Luis Carlos Heinze PP/RS<dep.luiscarlosheinze@camara.leg.br>
Professor Victório Galli PSC/MT<dep.professorvictoriogalli@camara.leg.br>
Rogério Peninha Mendonça PMDB/SC<dep.rogeriopeninhamendonca@camara.leg.br>
Sergio Souza PMDB/PR<dep.sergiosouza@camara.leg.br>
Valdir Colatto PMDB/SC<dep.valdircolatto@camara.leg.br>
Zé Silva SD/MG<dep.zesilva@camara.leg.br>
Aelton Freitas PR/MG<dep.aeltonfreitas@camara.leg.br>
Bohn Gass PT/RS<dep.bohngass@camara.leg.br>
Evandro Roman PSD/PR<dep.evandroroman@camara.leg.br>
João Daniel PT/SE<dep.joaodaniel@camara.leg.br>
Luiz Nishimori PR/PR<dep.luiznishimori@camara.leg.br>
Marcos Montes PSD/MG<dep.marcosmontes@camara.leg.br>
Padre João PT/MG<dep.padrejoao@camara.leg.br>
Rômulo Gouveia PSD/PB<dep.romulogouveia@camara.leg.br>
Adilton Sachetti PSB/MT<dep.adiltonsachetti@camara.leg.br>
Bruno Covas PSDB/SP<dep.brunocovas@camara.leg.br>
Heitor Schuch PSB/RS<dep.heitorschuch@camara.leg.br>
Luiz Carlos Hauly PSDB/PR<dep.luizcarloshauly@camara.leg.br>
Raimundo Gomes de Matos PSDB/CE<dep.raimundogomesdematos@camara.leg.br>
Sarney Filho (PV/MA)<dep.sarneyfilho@camara.leg.br>
Tereza Cristina PSB/MS<dep.terezacristina@camara.leg.br>
Afonso Motta PDT/RS<dep.afonsomotta@camara.leg.br>
Alessandro Molon REDE/RJ<dep.alessandromolon@camara.leg.br>
Adalberto Cavalcanti PTB/PE<dep.adalbertocavalcanti@camara.leg.br>
Altineu Côrtes PMDB/RJ<dep.altineucortes@camara.leg.br>
Augusto Carvalho SD/DF<dep.augustocarvalho@camara.leg.br>
Celso Maldaner PMDB/SC<dep.celsomaldaner@camara.leg.br>
Jerônimo Goergen PP/RS<dep.jeronimogoergen@camara.leg.br>
Josué Bengtson PTB/PA<dep.josuebengtson@camara.leg.br>
Mandetta DEM/MS<dep.mandetta@camara.leg.br>
Mauro Pereira PMDB/RS<dep.mauropereira@camara.leg.br>
Onyx Lorenzoni DEM/RS<dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br>
Nilto Tatto PT/SP<dep.niltotatto@camara.leg.br>
Odorico Monteiro PROS/CE<dep.odoricomonteiro@camara.leg.br>
Patrus Ananias PT/MG<dep.patrusananias@camara.leg.br>
Domingos Sávio PSDB/MG<dep.domingossavio@camara.leg.br>
Júlio Delgado PSB/MG<dep.juliodelgado@camara.leg.br>
Nilson Leitão PSDB/MT<dep.nilsonleitao@camara.leg.br>
Shéridan PSDB/RR<dep.sheridan@camara.leg.br>
Chico Alencar PSOL/RJ<dep.chicoalencar@camara.leg.br>

CONSEA-MG PARTICIPA DE ENCONTRO PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA ESTADUAL PARA REDUÇÃO DO USO DE AGROTÓXICOS



O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (CONSEA-MG) participou hoje (18) da reunião da Câmara Técnica de Agroecologia e Produção Orgânica do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRAF). O encontro aconteceu nas dependências da Cidade Administrativa em Belo Horizonte e contou com a participação ainda dos conselheiros Dilermando Silva e Analúcia Couto, representantes das Comissões Regionais de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CRSANS), Centro Sul  e Vertentes I consecutivamente.

A reunião teve como objetivo principal de avançar em mais uma etapa na elaboração do Programa Estadual para Redução do Uso de Agrotóxicos em Minas Gerais (PRONARA-MG). Através desse programa serão implementadas ações que contribuam para a redução progressiva do uso de agrotóxicos de risco para a saúde e meio ambiente na produção agrícola, contribuindo, dessa forma, para a promoção da saúde e sustentabilidade ambiental e a produção de alimentos saudáveis. A próxima reunião está marcada para o dia 12 de setembro.        







quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O PAPEL DO CONSELHO E DOS CONSELHEIROS DE SANS É DEBATIDO EM OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE CONTAGEM


O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (CONSEA-MG) participará da oficina de capacitação sobre “o papel do Conselho e dos Conselheiros de SANS” em Contagem. O encontro é uma realização do Conselho Municipal de Contagem (COMSANS) e ocorrerá no dia 17 de agosto. A oficina contará com a presença do Presidente do CONSEA-MG, Élido Bonomo, o Lelinho, e também do Conselho Municipal de SAN de Betim.

A oficina tem como objetivo contribuir com a formação dos conselheiros para esclarecer suas funções como agentes de cidadania e como representantes em um Conselho que atua na defesa da política pública de segurança alimentar e nutricional, que é de fundamental importância para a garantia de direitos.

Lelinho mediará a discussão sobre os conceitos de SANS, entre eles, o direito humano à alimentação adequada (DHHA), a soberania alimentar, a agroecologia como base produtiva saudável e sustentável. Falará ainda sobre os marcos legais, programas e desafios da SANS. A assessora técnica Joana Brant, conduzirá as discussões sobre o papel a importância dos Conselhos.

Um “Retrato do Conselho de SANS de Contagem”, será apresentado pelo próprio Conselho e uma exposição sobre os equipamentos de SANS e uma exposição sobre os equipamentos de SANS, será feita pelo Coordenador de SANS, Marcelo José Costa.
Por fim ocorrerá uma dinâmica coletiva abordando o papel e a responsabilidade dos conselheiros e dos municípios no fortalecimento SISAN. A oficina está sendo realizada no Centro Público de Economia Solidária (CEFORT), Rua São Marcos, 247, Água Branca – Contagem.









quinta-feira, 11 de agosto de 2016

REDE MOBILIZADORES OFERECE OFICINA ON LINE “AGROTÓXICOS: IMPACTOS E ALTERNATIVAS”

A Rede Mobilizadores vai promover, de 15 a 19 de agosto, a oficina online Agrotóxicos: impactos e alternativas”, com facilitação de André Burigo, pesquisador e professor da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), integrante do Grupo de Trabalho Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e um dos organizadores do Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos.